Segunda, 14 Dezembro 2015 01:14

“Em tempos de crise, é fundamental planejar” Destaque

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A “palavra de ordem” do mercado é competição. Em todas as atividades que o homem busque fazer, ela sempre existirá. Não será preciso citar Darwin e sua famosa “Lei da Evolução” para confirmar a ideia de competição como uma constante na vida do homem. Em tempos de crise esta competição se torna brutal e sem limites.
Diante deste acirrada competição só existe uma forma de se destacar no mercado: sendo melhor que o seu concorrente. Quando se trata de uma empresa esta situação se agrava de forma substancial pois muitas vezes ela está mais preocupada em produzir do que em fazer um Planejamento Estratégico que traga eficiência.
Esta importante ferramenta de controle dos objetivos da empresa, o Planejamento Estratégico, demanda tempo, que é uma coisa normalmente escassa para os administradores. Este planejamento visa nortear os caminhos a serem trilhados pela empresa de forma a evitar decisões precipitadas, e geralmente errôneas, sobre o futuro da empresa.
Foi com esse objetivo de avaliar o que foi executado e o que pode avançar nos próximos meses que a Uniodonto Amapá traçou seu planejamento estratégico, no final de agosto deste ano. “Pensar em uma empresa estrategicamente é na opinião dos especialistas e dos empresários de sucesso a garantia de que você vai chegar em algum lugar. Na Uniodonto Amapá foi avaliado o planejamento feito no ano passado, identificando o que foi executado e os benefícios, e pensar mais um ano e meio adiante. O que se espera com isso é que a cooperativa seja mais eficiente e eficaz, ou seja, satisfação para o cooperado, parceiros e beneficiários”, destacou Gabriel Pesce Júnior, moderador de planejamento estratégico e participativo.

Necessidade
Planejar, segundo Gabriel, pode ser muito mais difícil em um momento de crise, porém, ele diz que é muito mais necessário. “Quem planejou na época que não tinha crise está sofrendo menos. Quem deixar de planejar no momento da crise está cometendo um erro que pode ser fatal. Você vai executar coisas em um cenário que mudou e que você não parou para analisar como isso repercute na empresa e isso significa dar passos no escuro”, alertou.
Gabriel destacou que, mesmo na época de crise, se a empresa conseguir se manter no mercado é porque está no caminho certo, porém, para isso é fundamental não cometer deslizes. E para não cometer deslizes é preciso executar o que foi planejado.
Segundo ele, todo processo de avaliação de planejamento mostra claramente tudo o que foi feito entre as etapas e o que precisa ser buscado em metas nos próximos meses. “Se não há um momento de revisão as pessoas não sabem o quanto fizeram, as respostas básicas geralmente é de que está sendo feito muito ou que estão cansados de tanto fazer e acabam não sabendo responder de concreto o que foi feito. Isso só conseguimos identificar no planejamento estratégico. É nesse momento que permite você ter uma visão do todo e de tudo o que foi realizado. Isso também deixa claro os ganhos efetivos de quem executou e motiva quem está à frente da cooperativa. Tudo isso cria um ciclo virtuoso de incorporar aprendizado”, destacou Gabriel Pesce.
Após esse primeiro momento do planejamento, o segundo passo é de revisão e replanejamento. “Todo o aprendizado identificado na primeira etapa vai ser incorporado no segundo plano. Então vai ser mais fácil de executar as ações, os objetivos se tornam mais claros, o foco é garantido, evita retrabalho e reduz a burocracia. A partir do momento que o planejamento foi aprovado, resta apenas à diretoria executiva fazer o que foi planejado e informar o conselho dos cronogramas, resultados e indicadores”, ressaltou.
Mas, e quando uma nova ideia ou necessidade de mudança surgir no decorrer do processo e que não foi aprovada no planejamento? Para Gabriel, resolver isso é simples. “As ideias estão abaixo dos objetivos. Se os objetivos foram aprovados pelo conselho de administração e surgiu uma ideia nova que não está no planejamento, basta apresentar para o conselho a nova ideia e até submetê-la à aprovação. Mas, o que foi aprovado é preciso ter garantia de que vai ser executado. Se a estratégia está aprovada pelo conselho, basta que a diretoria executiva garanta que tudo vai ser feito, sempre fazendo avaliações e reflexões periódicas”, finalizou Gabriel Pesce.

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História

A cooperativa odontológica Uniodonto Amapá foi fundada no dia 23 de setembro de 1997, durante assembleia realizada no auditório do CRO (Conselho Regional de Odontologia), em Macapá. No encontro, os presentes discutiram a aprovação do Estatuto, eleição da diretoria e pedidos de filiação à Federação das Uniodontos das Regiões Norte-Nordeste do Brasil.

Visão

Ser a melhor Rede Odontológica do Estado do Amapá, a partir, da aliança entre conhecimento, tecnologia e humanização.

Valores

Ética, Transparência, Qualificação Profissional e Valorização do Cirurgião Dentista e Colaboradores.

Missão

Promover a saúde bucal de qualidade com base no cooperativismo.