Entrevistas (11)

A odontologia assim como outras ciências da saúde tem evoluído de forma crescente e favorável a tratamentos menos invasivos e mais agregadores de valores estéticos, psicológicos e com qualidade de vida.

Hoje o tratamento odontológico esta muito além de uma restauração para remover cárie, a busca por um sorriso bonito envolve o tratamento dentário, um sorriso e um lábio em harmonia com a face, por este motivo não é recomendado dissociarmos estética oral de estética facial.

Pensando nesta situação o Conselho Federal de Odontologia, órgão legislador das profissões na odontologia, autoriza o cirurgião-dentista a utilizar toxina botulínica e preenchedores faciais para fins terapêuticos funcionais e estéticos descrito na resolução n.176/2016.

A especialista em Ortodontia, Dra. Marly Barbosa, é capacitada em Estética Orofacial e Hormônios na Odontologia e explica que os dentistas podem realizar estes procedimentos pois envolvem anatomia e fisiologia dos tecidos da cavidade oral e da face comum aos procedimentos que o dentista já realiza na sua rotina diária. “Estamos apto do conhecimento destas estruturas, capacitados e habilitados por meio de cursos e capacitações para aplicação destas substâncias podendo atuar nesta área com mais segurança e destreza”.

Estas técnicas minimamente invasivas utilizando toxina botulínica e preenchedores faciais vem auxiliar no tratamento e finalização de casos tratados na odontologia. A Toxina Botulínica tipo A é um complexo protéico purificado, de origem biológica, obtido a partir da bactéria Clostridium botulinum. Quando são injetadas pequenas quantidade nos músculos, a Toxina Botulínica atua na placa motora do músculo promovendo o bloqueio muscular. A sua durabilidade está entre 3 a 6 meses o que determina este período são características do próprio paciente.

A especialista explica que a Toxina Botulínica pode ser indicada nos casos de Sorriso gengival, diminuindo a exposição de gengiva durante o sorriso; Sorriso assimétricos, melhorando o sorriso de pacientes que elevam mais um lado que outro do lábio; Lábios (boca): modelar a boca dando um efeito “tooth show” quando não se precisa de volume e sim de contorno.

Mas os benefícios vão além. Dra. Marly complementa que o tratamento também pode ser aplicado na disfunção de ATM/ bruxismo/ briquismo, onde a toxina pode diminuir a atividade muscular e consequentemente dores faciais crônicas e efeitos do bruxismo durante o sono ou em vigília. Como também, no aumento de volume do musculo masseter e/ou temporal, tendo em vista que a movimentação constante destes músculos pode levar a uma hipertrofia (aumento de volume) e podem levar a uma aparência antiestética, as vezes assimétrica da face, fraturas e desgaste dentário, de restaurações, de próteses e próteses sobre implantes.

A modernidade garante ainda mais sucesso aos tratamentos. Dra. Marly explica que o preenchedor facila com ácido hialuronico atende o desejo de ter e manter o rosto jovem e bonito. A substância produzida naturalmente pelo organismo humano e que está presente principalmente na pele, tem a função de reter água, conferindo hidratação e volume.

“Com o passar do tempo e o processo de envelhecimento, esta substância que temos reduz e vemos uma diminuição na hidratação e elasticidade da pele resultando em perda de volume, alterações no contorno da face, e o surgimento de rugas e marcas de expressão. Por isso indicamos a aplicação”.

A durabilidade da aplicação do produto está em torno de 6 meses a 1 ano dependendo do tamanho da molécula utilizada, da profundidade do sulco e do local da aplicação.

O ácido hialurônico pode ser indicado nos Lábios (boca), para reposição do volume e contorno labial perdido; Preenchimento de “black space”, para papila gengival preenchendo os espaços escuros presentes na gengiva entre um dente e outro; Sulco Nasogeniano (bigode chinês), linhas de marionete, e o angulo nasal - indicado como coadjuvante ao pós-tratamento ortodôntico ou reabilitador com próteses.

Lílian Guimarães
Comunicação Uniodonto
Jornalista e RP
Especialista em Comunicação
Santa Mídia Comunicação
(96)98124-9681

Segunda, 10 Abril 2017 11:26

Flúor e seus benefícios

Escrito por
 
Os cooperados da Uniodonto Amapá esclarecem assuntos variados do nosso cotidiano para mantermos uma boa saúde bucal. A Odontopediatra e Ortodontista, Dra. Érika Barbosa, destaca os benefícios do flúor e a forma correta de aplicação.  
 
O flúor é um mineral encontrado na natureza. Porém, para que seja útil e eficaz na prevenção e tratamento das lesões da doença cárie, ele precisa ser transformado em laboratório para a forma de fluoreto (íon). O fluoreto poderá ser adicionado a uma série de produtos, sendo os mais frequentes em pastas de dentes, soluções para bochechos e compostos de uso tópico profissional (verniz, gel ou mousse).
 
Sua atuação no processo de cárie consiste em dois efeitos:
 
1 - PREVENTIVO - Se ele estiver diariamente presente na saliva, previne o dente da Desmineralização (perda de minerais pelo dente), que é causada por ácidos produzidos após ingestão de açúcares;
 
2-  TERAPÊUTICO - Se os dentes já têm desmineralização (perda), o fluoreto atua nessas áreas desmineralizadas, reforçando o esmalte em um processo denominado remineralização (ganho).
 
Dra. Érika que é Odontopediatra, esclarece  que desde 2008, a pasta de dente com flúor é indicada já a partir do primeiro dente do bebê, mesmo sabendo que ele irá engolir. 
 
"O fluoreto é como qualquer outro medicamento, e deve ser utilizado na concentração exata e na prescrição correta (frequência e quantidade na escova) orientada por um odontopediatra atualizado. Utilizado assim, não terá problema algum", explicou a dentista.
 
A Odontopediatra complementa dizendo que o protocolo é baseado em evidências científicas, recomendado pelas entidades que regem a saúde bucal e geral no mundo inteiro. Não deve ser uma conduta pessoal.
 
"A escolha do creme dental deve ser baseada somente na indicação do Odontopediatra e não  meramente em personagens, formas ou cores que atraem a criança. É preciso estar atento ao produto", alertou.
 
É importante ressaltar, que os pais devem levar os filhos ao dentista, a partir, dos seis meses de vida, com retorno semestralmente. A escovação dos dentes deve ocorrer sempre após as refeições, não esquecendo de utilizar o fio dental.
 
Lílian Guimarães 
Comunicação Uniodonto 
Jornalista e RP 
Especialista em Comunicação 
Santa Mídia Comunicação 

Popularmente conhecido como tratamento de canal, a endodontia gera muitas dúvidas nos pacientes. Entre elas: se o tratamento dói, se o dente fica enfraquecido ou se ocorre mudança da coloração do dente. A cooperada da Uniodonto Amapá, Dra. Wilma Souza, esclarece algumas dessas dúvidas.

O que é o tratamento de canal?

A Endodontista explica que é o tratamento da polpa, que é uma estrutura situada na parte interna do dente e raiz. Nessa região está localizado o nervo e vasos sanguíneos do dente, responsáveis por sua vitalidade. O tratamento de canal ou tratamento endodôntico consiste na remoção da polpa dental, que é um tecido com vasos sanguíneos e nervos localizados na parte mais interna do dente. Esta pode estar sadia ou infectada e, ao ser removida, é substituída por um material obturador.

Quando o tratamento de canal é indicado?

A cooperada da Uniodonto Amapá, pontua que de modo geral, o tratamento é indicado em duas situações: Primeiro, quando a polpa vital (viva) se apresenta inflamada, com dor espontânea em decorrência da exposição da dentina por cárie profunda, trauma, fratura coronária (coroa do dente), retração gengival, etc; Segundo, quando a polpa perde a vitalidade (polpa necrosada) e compromete a estrutura que envolve a raiz, provocando inflamação da membrana periodontal e do osso de modo assintomático.

Quais os sintomas mais característicos?

Para a endodontista os sintomas estão ligados aos quadros agudos, com dor espontânea isto é, o dente começa a doer sem estímulo de forma latejante, e que aumenta com o calor. Em fases mais adiantadas da inflamação, a dor pode irradiar-se para regiões mais afastadas, sendo difícil distinguir qual o dente afetado. Neste caso, a polpa ainda está viva, porém inflamada, e o uso de analgésicos não resolve. Já quando há morte da polpa, geralmente a dor é bem localizada, havendo sensação de “dente crescido” e dor ao mastigar, porém em alguns quadros crônicos os sintomas são ausentes ou mal caracterizados, sendo que a descoberta de um dente lesionado é resultado de exames periódicos de rotina ao dentista.

O tratamento de canal enfraquece o dente?

A Dra. Wilma explica que em muitos casos, quando o dente requer o tratamento de canal, ele já está muito enfraquecido devido o comprometimento em virtude da cárie. Por isso é necessário escolher profissionais capacitados para que definam os melhores materiais a fim de restaurar e proteger a estrutura do dente.

É comum sentir dor após o tratamento de canal?

A Endodontista alerta que não! É normal que o paciente sinta a região onde foi realizado o tratamento e o local da aplicação da anestesia mais sensível, mas não em virtude do tratamento de canal.

O dente morre depois do tratamento de canal?

Dra. Wilma esclarece que o dente continua vivo, pois ainda possui todos os tecidos periodontais que o nutrem e fixam na boca. Apenas parte da sensibilidade dental é afetada.

O dente escurece após o tratamento de canal?

A profissional compartilha que é uma dúvida muito frequente, e explica que o dente escurece devido a hemorragia interna, que pode ocorrer em decorrência de um trauma, ou se o cimento utilizado na obturação for um cimento de coloração escura. Por isso é importante utilizar cimentos brancos que não promovem escurecimento da coroa e raiz dentais.

O que acontece se o tratamento de canal não for feito?

Dra. Wilma enfatiza que se o paciente não realizar o tratamento de canal quando necessário, poderá ocorrer o surgimento de fortes dores, infecção no tecido ósseo rente ao ápice da raiz levando à um abscesso dento-alveolar agudo, com muito inchaço e altíssimo risco das bactérias migrarem para a corrente sanguínea.

Pequenas e micro-infecções crônicas no ápice das raízes também podem provocar vários tipos de doenças sistêmicas como a endocardite bacteriana, acidentes vásculo-cerebrais (derrames), nascimento prematuro de bebês e abscessos pulmonares.

Dra. Wilma destaca que é importante que o paciente procure um profissional especializado para tirar qualquer tipo de dúvida e garantir o sucesso do tratamento.


Lílian Guimarães
Comunicação Uniodonto
Jornalista e RP
Especialista em Comunicação
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A Uniodonto Amapá conta com inúmeros profissionais capacitados para atender em todas as especialidades odontológicas. A Dra. Carolina Ferreira, especialista e mestranda em Endodontia, é uma das cooperadas Uniodonto. Ela explica que a endodontia do século XXI está mais rápida, moderna, eficaz e fácil. Um procedimento que há 40 anos atrás levava 3 ou 4 sessões, provocando o esgotamento físico e psíquico dos profissionais e pacientes, hoje é feita em apenas uma única sessão com duração média de 1h30.

“Com a tecnologia, a endodontia ganha motores e limas específicas que fazem todo o trabalho pesado pelo endodontista, não precisamos hoje em dia exigir muito dos nossos dedos e tendões, fazendo os movimentos de limagem, principalmente quando nos deparamos com dentes de 4 ou 5 condutos”, relata a Especialista.

A cooperada compartilha que era muito comum no passado levar profissionais ainda no início da profissão a sofrer com problemas posturais causados pelas más posições e tendinites por esforços repetitivos (L.E.R).

“Com a endodontia moderna temos recursos que nos proporcionam melhores condições de trabalho, logo, nos trazem melhores resultados nos tratamentos e maior longevidade na profissão”, comemora.

A inclusão da magnificação, ou seja, o uso de microscópios ou lupas óticas que proporciona uma excelente visualização do campo operatório pode-se ver com mais clareza condutos escondidos, diferenciando calcificação pulpar de assoalho pulpar, e evitando perfurações ou desgastes desnecessários.

As diversas marcas de motores endodônticos juntamente com as limas que hoje em dia possuem um certo grau de flexibilidade, ajuda a vencer dentes com raízes curvas, o que para anos atrás era um infeliz desafio para os endodontistas, haja visto que suas limas eram mais rígidas, incapazes de acompanhar as curvaturas dos dentes, ocasionando os desvios dos canais e perfurações das raízes, o que a curto prazo levava a perda do elemento.

Outro recurso inovador são os localizadores apicais, que vieram para substituir as radiografias de odontometria, ou seja, as radiografias que mediam o tamanho dos dentes (condutos).

“Este recurso para os tempos atuais nos trouxe três benefícios: ganho de tempo; mais fidelidade da medida deste conduto e diminuição tanto do profissional quanto do paciente na exposição à radiação”, finalizou Dra. Carolina.

A endodontia moderna é sinônimo de simplicidade quando comparada aos métodos antigos.

Lílian Guimarães
Comunicação Uniodonto
Jornalista e RP
Especialista em Comunicação
Santa Mídia Comunicação e Marketing
(96)98124-9681

A relação de atenção e confiança estabelecida entre um profissional e o paciente é fundamental para garantir o sucesso do tratamento. E quando falamos de pacientes portadores de algum tipo de necessidade especial, essa dedicação deve ser ainda maior.

Neste dia 21 de março é comemorado o Dia Internacional da Síndrome de Down, e no que se refere ao atendimento odontológico, a atenção aos pacientes especiais tem sido priorizada, alcançando muitos avanços.

Rafael Pereira, de16 anos, tem Síndrome de Down, e desde os 4 anos é paciente da Dra. Vilmar Lima. A relação de respeito e confiança estabelecida entre os dois é muito forte.
O consultório da dentista aparenta ser a extensão da casa de Rafael. Totalmente à vontade, ele segue as coordenadas da profissional, e deixa que ela execute com tranquilidade o atendimento. O sorriso do pai, no fundo da imagem, demonstra a tranquilidade e satisfação da excelência do atendimento ofertado ao filho.

“Faço o acompanhamento periódico dele. Os pais tem total confiança, e ele principalmente. A criança portadora de Síndrome de Down, assim como qualquer criança, deve ser levada ao dentista ainda no primeiro ano de idade, antes mesmo do nascimento dos primeiros dentes”, explica a dentista.

Dra. Vilmar é especialista em Odontopediatria, Ortodontia e Ortopedia Facial, ela conta que ao tratar de um paciente portador da Síndrome de Down, o cirurgião-dentista deve estar atento, primeiramente, às limitações desse paciente. Depois, é preciso conhecer os diferenciais que esses pacientes apresentam, principalmente quando se trata dos aspectos craniofaciais e bucais.

“Devemos ficar atento a algumas alterações de ordem geral, dental e craniofacial presentes nesses pacientes, podemos citar o atraso na erupção dos dentes, a baixa incidência de cáries e a alta suscetibilidade a doenças periodontais”, explicou a profissional.

O atendimento a portadores de Síndrome de Down deve ser feito levando-se em consideração todos os diferenciais desses pacientes. Se o paciente frequentar o consultório dentário desde a infância, o tratamento torna-se mais simples, como é o caso do Rafael.

Estudos comprovam que um paciente especial que começa a frequentar o dentista ainda no primeiro ano de vida pode ser tratado normalmente e reage bem ao tratamento. Eles costumam ser amorosos e fáceis de lidar, possibilitando um tratamento odontológico tranquilo.

É importante que a família procure um profissional capacitado para o atendimento aos pacientes portadores de síndromes e outras necessidades, todo o sucesso do tratamento depende de uma boa interação paciente e profissional.

Lílian Guimarães
Comunicação Uniodonto
Jornalista e RP
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A milenar sabedoria popular ensina que “sorrir é o melhor dos remédios”. De fato, já foi comprovado, cientificamente, que o sorriso faz bem, pois transparece alegria e mostra estética, além de outros bons aspectos. Contudo, em um sorriso pode haver mais que beleza e alegria: é nele que pode estar o segredo de um campeão.

No mundo esportivo, escancarar a boca e mostrar os dentes é a reação que mais acompanha a vitória. Mas, o que muitos profissionais do esporte não sabem é que o sorriso precisa ser preparado antes da conquista, que ele é fundamental para que a vitória aconteça.

A odontologia ensina que um sorriso saudável é responsável direto por muitos triunfos no esporte, já que até mesmo uma simples inflamação na gengiva pode atrapalhar o desempenho de um atleta.

Cooperada da Uniodonto Amapá, Dra. Vilmar Lima é Especialista em ortopedia facial, ortodontia e odontopediatria, ela explica que os cuidados com a saúde bucal podem interferir na performance até mesmo dos esportistas de alto rendimento.

Ela avisa que sem os cuidados básicos os problemas podem se tornar mais complexos do que se imagina. Uma infecção bucal, por exemplo, caso bastante comum, pode se tornar perigosa se uma bactéria adentrar na corrente sanguínea e alcançar os músculos ou o coração.

“Até uma cárie esquecida pode tomar proporções maiores, sem tratamento. Isto com certeza pode interferir no treinamento e, para um atleta profissional, isso pode significar muito tempo de trabalho jogado fora”, alerta a especialista.

Ela exemplifica com o caso dos nadadores. É comum que este tipo de competidor apresente a dentição suscetível a doenças bucais, como cáries ou oclusão dentária (problemas de posicionamento), devido ao contato frequente da boca com as substâncias contidas nas águas das piscinas.

A Dra Vilmar lembra que mesmo os atletas de ponta, como os competidores olímpicos, acabam relaxando com a saúde bucal. Ela cita que o Journal of Sports Medicine – jornal britânico especializado em medicina esportiva – realizou um estudo sobre a saúde bucal dos atletas que participaram das Olimpíadas de Londres, em 2012.

A pesquisa mostrou que quase a metade, 46,5%, não fez tratamento dentário no ano que antecedeu o evento. Além disso, 55% deles tinham cárie, 45% erosão dentária. No resultado final, 28% afirmaram ter sentido impacto na qualidade de vida e 18% que a falta de cuidados com a própria boca influi no treinamento e na performance.

Vilmar enfatiza que, a exemplo dos desportistas, a maioria da população não leva a sério a saúde bucal. “Muitas pessoas, inclusive os atletas, só lembram do dentista quando sentem dor ou ocorre outro problema mais grave”, lamenta a odontóloga.

Segundo ela, a frequência ideal para um desportista profissional consultar o odontólogo é a cada quatro meses – dois meses a menos que a recomendação para a população, que é de seis meses.

Vilmar Lima garante que, até mesmo para atletas, medidas simples, como a escovação mais frequente dos dentes, já garantem uma boca mais saldável. “Além disso, cuidar do próprio sorriso pode ajudar a encurtar o caminho para as grandes vitórias”.

Assessoria de Comunicação Uniodonto Amapá
Santa Mídia Comunicação e Marketing

A Dra Daiz Nunes foi a odontóloga escolhida, no Amapá, para levar a Tocha Olímpica na sua passagem pelo Estado, no dia 16 de junho.
A escolha da Dra Daiz Nunes é reflexo do trabalho desenvolvido por ela no projeto Dentistas do Bem. No Amapá, ela e outros 68 odontólogos voluntários participam deste projeto social que há dez anos é executado no Estado.
O “Dentistas do Bem” identifica adolescentes de baixa renda, que necessitam de tratamento odontológico e lhes proporciona qualidade de vida por meio do acesso à saúde bucal. “Um adolescente que não tem possibilidade de ir ao dentista e de cuidar da boca, será um adulto infeliz. Isto porque quem sente dor não estuda, não brinca, não consegue um bom emprego, não beija na boca e se afasta dos amigos. O acesso à saúde bucal de qualidade faz com que esses jovens sejam incluídos novamente na sociedade”, afirma Dra Daiz Nunes.
Ela destacou a parceria que sempre teve da Uniodonto Amapá na execução do projeto social. “Sempre encontramos na Uniodonto Amapá o apoio necessário. A escolha para levar a tocha olímpica também passa pela parceria que nosso trabalho possui”, comentou.
A Dra Daiz percorreu 200 metros com a tocha, utilizando uniforme padrão enviado pela coordenação do evento. “Foi um momento único para a odontologia amapaense”, concluiu.

O cirurgião dentista, Dr Ulisses Guimarães Neto, tem contribuído para a odontologia amapaense. Concluiu o mestrado em ortodontia, uma das áreas que mais tem crescido dentro da odontologia.
Nos últimos anos, a ortodontia cresceu de forma repentina. Para Ulisses, essa demanda pode ser explicada pela popularização do tratamento. “Essa demanda crescente pela ortodontia pode ser explicada pelo fato de que o público adulto viu que era possível fazer a correção ortodôntica, proporcionando qualidade de vida, através da correção dos dentes e da melhor estética. Os dentes muito bem alinhados contribuem para a positividade da pessoa”, destacou.

Preços acessíveis
A popularização dos tratamentos ortodônticos também passa pelos preços que estão mais acessíveis. “Junto a isso tivemos um avanço científico e tecnológico que proporciona um leque muito maior de tratamentos”, frisou.
Hoje, quem procura os tratamentos ortodônticos dispõe de vários tipos de aparelhos e vários tipos de planejamentos diferentes. Atualmente, na ortodontia já estão à disposição os aparelhos estéticos, convencionais, autoligados, a ortodontia lingual, além dos alinhadores invisíveis que é uma outra tendência de mercado.
O tempo de tratamento também reduziu bastante. “Hoje o paciente não tem mais aqueles tratamentos tão longos como antigamente. Com os avanços, conseguimos reduzir muito o tempo de tratamento”, ressaltou Ulisses.
No Amapá, a maior procura é pelos aparelhos estéticos (pouco perceptíveis) e os aparelhos autoligados. “Esses últimos, quando você faz a movimentação ortodôntica existe um atrito menor e uma agilidade maior”, explicou.

Profissional capacitado
Com tanta procura, é preciso que o paciente tenha cuidado na hora de escolher seu ortodontista. “É preciso saber se esse profissional é qualificado, se tem a expertise de planejamento para que escolha o tratamento mais adequado ao caso. Isso tudo vai culminar em um resultado satisfatório. O ortodontista mexe com a parte estrutural do rosto do paciente. Pode-se alcançar resultados fantásticos, desde que esse profissional esteja capacitado da maneira mais adequada”, alertou o Dr Ulisses.

Idade para tratamento
Se antes a ortodontia era mais voltada para crianças e adolescentes, hoje poucos limites existem para esse tipo de tratamento. “Com o passar dos anos os adultos entenderam que poderiam sim tratar dos dentes visando a correção ortodôntica. Se a idade não é um limite, é preciso que o paciente tenha as condições de higiene necessárias, ter a quantidade de osso necessária e ter força de vontade para levar o tratamento até o fim”, disse.

Causas
São vários os motivos que podem levar uma pessoa a precisar fazer um tratamento ortodôntico. “Pode ter, na infância, uma perda precoce de um dente; existem os fatores genéticos; base óssea e tamanhos dos dentes diferentes, entre outras causas. O mais importante é que hoje temos formas e formas para melhor tratamento para o paciente. É possível ter um belo sorriso e melhor qualidade de vida com os tratamentos ortodônticos”, concluiu.

Terça, 08 Setembro 2015 16:27

Dra Aline Lobato de Oliveira Leão

Escrito por

Avanços atuais do tratamento endodôntico

O tratamento endodôntico é um procedimento clínico dentro da área da odontologia que sempre despertou receio ou mesmo medo em muitos pacientes; o tratamento endodôntico evoluiu muito nos últimos anos e esse receio não tem mais fundamento nos dias atuais.
Nos últimos anos, podemos dizer que houve uma verdadeira revolução em relação ao tratamento endodôntico, com a introdução de novas tecnologias e mudanças nos conceitos biológicos. A evolução do tratamento endodôntico pode ser observada com o surgimento de novas tecnologias, entre as quais radiografia digital, localizadores apicais eletrônicos, ultrassom, instrumentos rotatórios e uso de microscópio clínico, que possibilitam a realização de uma endodontia segura e rápida, com resultados mais previsíveis do que os alcançados alguns anos atrás.
Das novas tecnologias disponíveis atualmente na endodontia, os localizadores apicais eletrônicos são, para muitos profissionais, os mais importantes. Esses equipamentos têm como objetivo localizar o final do canal radicular, isto é, ele informa ao profissional qual o comprimento exato do conduto radicular, permitindo uma instrumentação e limpeza de toda sua extensão, com a obturação chegando mais próximo do ligamento periodontal. Sabe-se, entretanto, que em muitos casos o comprimento do conduto radicular não coincide com o comprimento da raiz do dente, e essa diferença dificilmente é identificada na imagem radiográfica.


Outro equipamento muito importante para o endodontista atualmente é o microscópio clínico. Em países desenvolvidos, como nos Estados Unidos da América (EUA), ele é parte obrigatória dos cursos de especialização em endodontia. O microscópio pode ser empregado com sucesso em qualquer área da odontologia. Contudo, foi na endodontia que ele teve maior adesão por parte dos profissionais. Seu uso possibilita uma ampliação e iluminação da câmera pulpar e dos condutores radiculares, fornecendo uma imagem até então nunca visto pelo endodontista. Isso permite um tratamento mais seguro e previsível por parte do profissional, pois ele passa a dominar a anatomia interna do dente com muito mais segurança.


A instrumentação endodôntica também sofreu modificações substanciais. A chegada de limas confeccionadas em liga de níquel- titânio promoveu uma nova era na instrumentação endodôntica, permitindo que esta possa ser realizada com sistemas rotatórios, que promovem uma melhor padronização no preparo dos canais e, quando associados a , técnicas de obturação termoplastificadas, fazem com que o tratamento possa ser realizado de forma bastante rápida, reduzindo consideravelmente sua duração.


A introdução de radiografias digitais na rotina do tratamento endodôntico adiciona um avanço significativo em relação à avaliação e diagnostico de alterações ósseas das regiões perirradiculares. Acompanhando os avanços tecnológicos, novos materiais têm sido empregados no tratamento endodôntico. O uso de clorexidina como agente antisséptico em solução líquida ou gel assegura uma descontaminação efetiva dos canais radiculares durante o preparo, sem risco de acidentes para o paciente. A presença de novos materiais obturadores, que incorporam as vantagens dos sistemas adesivos em relação a fornecer um vedamento mais eficiente dos canais, aparece como uma tendência para o futuro da obturação endodôntica, como o cimento AH Plus, MTA Fillapex, ENDO REZ.
É importante que as pessoas saibam que a perda de um único dente pode trazer muitas complicações, influenciando inclusive na sua qualidade de vida. Portanto, torna-se essencial preservar e manter os dentes na cavidade bucal e, em razão disso, não há justificativa extrair um dente por medo de submeter-se ao tratamento endodôntico ou- como diz a maioria das pessoas- de realizar o tratamento do canal do dente.

Dra Aline Lobato de Oliveira Leão CRO.321/AP
Especialista em Endodontia
Especialista em Implantodontia
Professora de Endodontia no GOE- AP

Sexta, 26 Junho 2015 14:48

Entrevista

Escrito por

Desembargadora Sueli Pini

Uniodonto e TJAP: “Um convênio de bons incentivos”

 

Vemos nos dias atuais a fusão e outras formas de parcerias de empresas dos mais diversos setores. Tais parcerias têm como objetivo a redução de custos e a soma de esforços e recursos a fim de aproveitar melhor as oportunidades e os desafios apresentados pelo mercado.

Parceria estratégica não é um conceito novo, mas, no Brasil, a prática de empresas dispostas a serem parceiras no mercado ainda pode crescer. Estabelecer uma parceria estratégica é propor à outra companhia um relacionamento em que ambos os lados se beneficiem. É o que os especialistas chamam de ganha-ganha.
Uma dessas parcerias que deu certo no Estado é a realizada há mais de dez anos entre a Uniodonto Amapá e o Tribunal de Justiça. Para falar sobre o assunto, entrevistamos a presidente do Judiciário, desembargadora Sueli Pini.
Segundo ela, o TJAP guarda mesmo uma tradição de cooperação com órgãos público e com o segmento privado. “Temos muito claro que a conjugação de atividades resulta em melhoria para todos e racionaliza os custos, daí que quem ganha é o usuário. A Uniodonto, como outras entidades de prestação de serviços, foi recepcionada pelo TJAP e tem importante contribuição para a manutenção da saúde bucal dos magistrados e serventuários e, ainda, de seus familiares.
Sueli Pini diz ainda que o Departamento de Recursos Humanos do TJAP mantém um canal de comunicação cotidiano com os membros e serventuários da Justiça, anunciando as parcerias e os serviços subsidiados à disposição dos interessados. Evidentemente que os parceiros podem e devem promover divulgação dos seus serviços então colocados à disposição dos servidores. A propaganda é para isso mesmo: relembrar ao consumidor o que ele pode ter.
O Departamento Médico do TJAP tem programação contínua de saúde preventiva, inclusive aquela que depende de bons hábitos e permanente prevenção como é a saúde dentária. “Convênios como o da Uniodonto é um dos bons incentivos. Mas bem sabemos que cabe a cada indivíduo o cuidado e a priorização de sua saúde, que começa com alimentação adequada e atividades físicas supervisionadas. Além, claro, de disciplina mental para não superdimensionar os estresses diários e manter boa estabilidade emocional”, disse Pini.
Para ela, as instituições públicas devem ser as primeiras a ter programas de responsabilidade social. “Todos devemos contribuir para elevar a prosperidade das pessoas. Todavia, o cuidado que se precisa ter é para não promover o assistencialismo que tanto mal faz a uma sociedade, pois estimula a dependência e fomenta um circulo vicioso de comodismo e de manipulação. As pessoas devem ser trabalhadas para conquistar elas próprias seus êxitos. Nada mais civilizado que conseguir as coisas pelo próprio esforço, pelo próprio mérito.

Localização

Rua. Dr Marcelo Cândia, 925 - Santa Rita - Macapá/AP | Telefone: (96) 3222-3237, 3222-3247 e 3222-0125.

Funcionamento de segunda-feira a quinta-feira 08:00-18:00, sexta-feira de 08:00 as 17:00.

 

História

A cooperativa odontológica Uniodonto Amapá foi fundada no dia 23 de setembro de 1997, durante assembleia realizada no auditório do CRO (Conselho Regional de Odontologia), em Macapá. No encontro, os presentes discutiram a aprovação do Estatuto, eleição da diretoria e pedidos de filiação à Federação das Uniodontos das Regiões Norte-Nordeste do Brasil.

Visão

Acreditamos na saúde bucal como qualidade de vida e satisfação do nosso cliente.