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Entrevistas (14)

Sexta, 14 Junho 2019 18:53

A falta que um dente faz

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Aquela pequena falha na dentição que lhe incomoda quando você sorri pode causar muito mais transtornos do que você imagina. A estética é apenas o menor dos problemas da falta que um dente faz.

Não é só a autoestima que a ausência de um ou mais deles provoca. Uma pequena falha pode levar a transtornos que vão desde dores de cabeça, fortes enxaquecas, até problemas estomacais e intestinais.

Quem alerta é a odontóloga Dra. Heloísa Rufino, mestre em prótese dentária, e especialista em sanar problemas causados pelas indesejadas falhas nos sorrisos. Ela lembra que um adulto tem 32 dentes, e todos (exceto os quatro sisos) são fundamentais para o funcionamento não apenas da boca, mas do organismo humano.

Segundo ela, os problemas começam por causa da principal função dos dentes: a mastigação. Neste processo, cada um dente tem a sua missão. Os incisivos (frente) cortam, os caninos rasgam e os pré-molares e molares (trás) trituram os alimentos. Por isso, explica a Dra. Heloisa, quando a mastigação não é feita adequadamente, os alimentos chegam em pedaços maiores ao estômago, dificultando a digestão e a absorção de nutrientes.

Outro problema é a articulação da mandíbula, que fica comprometida com a falta de dentes, provocando estalos ao abrir e fechar a boca, levando a outro distúrbio de saúde. “É aí que começam os problemas que a maioria das pessoas nem imaginam que são provocados pela falta de um dente. Essa má articulação da mandíbula pode acarretar em dores de cabeça e até de ouvidos. Já tive pacientes com enxaquecas nesses circunstancias da dentição”, revela a Dra Heloisa.

A boa notícia é que as aparentemente inofensivas falhas têm solução. Com uma pequena prótese é possível devolver ou melhorar a mastigação e a fonação perdidas através dos dentes ausentes. Mestre em próteses, a Dra Heloísa conhece e usa diversos tipos de tratamentos com o uso desses dispositivos.

“A reposição da arcada com uma prótese pode solucionar problemas como este. Além de retirar o paciente de um quadro de dor, a prótese vai devolver a mastigação mais eficiente, além do aspecto estético”.

Segundo ela, a novidade do momento são os laminados cerâmicos, películas da parte frontal do dente. Com eles é possível alterar a cor, a forma e até má posição dos dentes. Segundo a especialista, os laminados cerâmicos odontológicos são especialmente recomendáveis para o amapaense em função da culinária local, que oferece alimentos que exigem uma maior aplicação de força durante a mastigação, como é o caso da farinha.

“Os laminados são materiais extremamente vantajosos por sua durabilidade, que é alta, e para colocá-los não é necessário desgastar muito os dentes. Essas são as principais vantagens, além do aspecto estético. Se o paciente tiver os devidos cuidados, são procedimentos que podem durar uma vida toda. É possível recuperar o padrão ou oferecer um padrão ainda melhor de estética”, recomenda.

Outro tipo de tratamento com próteses são os implantes dentários. Este procedimento odontológico traz uma recuperação mais definitiva: as próteses são parafusadas no osso do maxilar.

Mas, a Dra. Heloísa alerta que ao procurar um profissional visando o uso de próteses, deve-se tomar cuidado. “O correto é primeiro passar pela avaliação do odontólogo clínico geral, que é o profissional quem direciona para as especialidades corretas. Procure profissionais inscritos no CRO para ter mais segurança”, recomenda.

Imagine que você está para entrar naquela reunião de trabalho que sabe que vai pegar fogo. Só de pensar nas iminentes discussões os níveis de cortisol – hormônio ligado ao stress – já vão lá pra cima. Nessa hora, o desejo da maioria das pessoas é manter o controle, e, mais que isso, manter todas as pessoas que estão naquela sala controladas, tranquila. E, acredite, isso é possível, com uma técnica milenar, que é explicada e comprovado pela neurociência e pela física quântica.

Muita calma nessa hora! O velho bordão não é apenas um conselho, mas uma possibilidade, fácil de se alcançar. A respiração a base de tudo. É o que explica a odontóloga Dra. Aline Heringer, especialista em meditação.

Ela teve contato com a técnica durante um tratamento de saúde. O sucesso no tratamento a levou a pesquisar cada vez mais sobre o assunto. Indo a fundo, ela descobriu muito mais benefícios, sobretudo no campo da neurociência.

Segundo ela, 10 minutos de prática, reduzem os níveis de cortisol no sangue, o hormônio do stress, em 40%. A meditação é uma técnica muito simples, que se baseia na respiração e na concentração. Ela explica:

“Quando silencio minhas palavras, eu aquieto a minha mente, torno consciente a minha respiração, passo a observar os movimentos que ela faz no meu corpo. Com movimentos repetitivos de expansão e contração dos pulmões, é possível enviar uma mensagem ao cérebro, de que está tudo bem [o contrário do que o stress faz]”.

A respiração é muito importante. Conforme explica a Dra Aline, é ela que transmite ao cérebro, e por consequência para o corpo, que está tudo bem. “O cérebro entende que está tudo bem e começa a ficar efetivamente mais relaxado”.

Heringer explica que a respiração controlada funciona como uma âncora para estacionar pensamentos no presente, isolando-os de possíveis problemas futuros ou passados. É neste momento que ocorrem alterações na bioquímica do corpo humano. Neurologicamente, as correntes elétricas do cérebro vão reduzindo a intensidade, passando a sensação de tranquilidade.

“O corpo humano é um sistema equilibrado. Mas as situações e obrigações do dia a dia desequilibram este sistema. O que a meditação faz é restabelecer este equilíbrio. Isso pode ocorrer a hora que a gente quiser”, garante.

Ela afirma que no campo profissional, a técnica possibilitou a expansão da rede de pensamentos que ajusta as frequências.

“Profissionalmente você começa a perceber que não precisa se identificar com stress, angustia ou raiva o tempo todo”. Isso faz com que a interação com o cliente seja mais síncrona, a empatia fica evidente.

Mais que uma estudiosa do assunto, ela passou a disseminar a técnica. Ela quis expandir os benefícios para outras pessoas. Para isto, montou um grupo de trabalho, que funciona aos sábados pela manhã, no Centro de Macapá. “É possível forma egrégoras a partir de um grupo de pessoas”, justifica.

A Odontologia moderna tem se preocupado cada vez mais com o estado geral de saúde dos pacientes, e não somente com as condições bucais. Isto porque vários estudos científicos realizados nos últimos anos têm comprovado uma relação importante entre a saúde oral e a saúde sistêmica do indivíduo, ou seja: a presença de doenças orais pode influenciar em outras partes do corpo, e vice-versa. A medicina periodontal consiste no estudo da relação entre as doenças periodontais e certas condições sistêmicas.

A palavra periodontal significa “ao redor do dente”. Este tipo de doença acomete os tecidos que suportam o dente na boca. Ela pode atingir um ou vários dentes, tem origem bacteriana infecciosa, sendo as mais conhecidas a gengivite e a periodontite, que são causadas pelo acúmulo de biofilme, placa bacteriana e tártaro, provocando uma inflamação que se reflete clinicamente como sangramento gengival. Esta gengiva doente se torna avermelhada, inchada e sangra com facilidade. Em geral os pacientes não sentem dor e por isso não demonstram tanta importância. Quando não tratada, a gengivite pode evoluir para a periodontite, que é caracterizada pela perda de tecido ósseo que suporta o dente, e daí para uma série de complicações, tais como: mobilidade, abscessos e até a perda do elemento dentário.

O principal fator que correlaciona a doença bucal com o estado geral de saúde é a presença de inflamação crônica de longa duração e o grau de patogenicidade das bactérias envolvidas. Sabe-se que as doenças periodontais têm relação com desordens cardiovasculares, diabetes mellitus, osteoporose, infecção do trato respiratório, partos prematuros, colesterol entre outras condições sistêmicas.

Por isso é tão importante a abordagem multidisciplinar, onde cada profissional executa a sua área, porém, enxerga o paciente como um todo, indicando e interagindo entre si, trocando conhecimentos, buscando tratamentos mais completos para o restabelecimento da saúde e bem estar dos pacientes.

“Nenhum de nós é tão bom quanto todos nós juntos”, destaca Dra. Adriana Gato.

A odontologia assim como outras ciências da saúde tem evoluído de forma crescente e favorável a tratamentos menos invasivos e mais agregadores de valores estéticos, psicológicos e com qualidade de vida.

Hoje o tratamento odontológico esta muito além de uma restauração para remover cárie, a busca por um sorriso bonito envolve o tratamento dentário, um sorriso e um lábio em harmonia com a face, por este motivo não é recomendado dissociarmos estética oral de estética facial.

Pensando nesta situação o Conselho Federal de Odontologia, órgão legislador das profissões na odontologia, autoriza o cirurgião-dentista a utilizar toxina botulínica e preenchedores faciais para fins terapêuticos funcionais e estéticos descrito na resolução n.176/2016.

A especialista em Ortodontia, Dra. Marly Barbosa, é capacitada em Estética Orofacial e Hormônios na Odontologia e explica que os dentistas podem realizar estes procedimentos pois envolvem anatomia e fisiologia dos tecidos da cavidade oral e da face comum aos procedimentos que o dentista já realiza na sua rotina diária. “Estamos apto do conhecimento destas estruturas, capacitados e habilitados por meio de cursos e capacitações para aplicação destas substâncias podendo atuar nesta área com mais segurança e destreza”.

Estas técnicas minimamente invasivas utilizando toxina botulínica e preenchedores faciais vem auxiliar no tratamento e finalização de casos tratados na odontologia. A Toxina Botulínica tipo A é um complexo protéico purificado, de origem biológica, obtido a partir da bactéria Clostridium botulinum. Quando são injetadas pequenas quantidade nos músculos, a Toxina Botulínica atua na placa motora do músculo promovendo o bloqueio muscular. A sua durabilidade está entre 3 a 6 meses o que determina este período são características do próprio paciente.

A especialista explica que a Toxina Botulínica pode ser indicada nos casos de Sorriso gengival, diminuindo a exposição de gengiva durante o sorriso; Sorriso assimétricos, melhorando o sorriso de pacientes que elevam mais um lado que outro do lábio; Lábios (boca): modelar a boca dando um efeito “tooth show” quando não se precisa de volume e sim de contorno.

Mas os benefícios vão além. Dra. Marly complementa que o tratamento também pode ser aplicado na disfunção de ATM/ bruxismo/ briquismo, onde a toxina pode diminuir a atividade muscular e consequentemente dores faciais crônicas e efeitos do bruxismo durante o sono ou em vigília. Como também, no aumento de volume do musculo masseter e/ou temporal, tendo em vista que a movimentação constante destes músculos pode levar a uma hipertrofia (aumento de volume) e podem levar a uma aparência antiestética, as vezes assimétrica da face, fraturas e desgaste dentário, de restaurações, de próteses e próteses sobre implantes.

A modernidade garante ainda mais sucesso aos tratamentos. Dra. Marly explica que o preenchedor facila com ácido hialuronico atende o desejo de ter e manter o rosto jovem e bonito. A substância produzida naturalmente pelo organismo humano e que está presente principalmente na pele, tem a função de reter água, conferindo hidratação e volume.

“Com o passar do tempo e o processo de envelhecimento, esta substância que temos reduz e vemos uma diminuição na hidratação e elasticidade da pele resultando em perda de volume, alterações no contorno da face, e o surgimento de rugas e marcas de expressão. Por isso indicamos a aplicação”.

A durabilidade da aplicação do produto está em torno de 6 meses a 1 ano dependendo do tamanho da molécula utilizada, da profundidade do sulco e do local da aplicação.

O ácido hialurônico pode ser indicado nos Lábios (boca), para reposição do volume e contorno labial perdido; Preenchimento de “black space”, para papila gengival preenchendo os espaços escuros presentes na gengiva entre um dente e outro; Sulco Nasogeniano (bigode chinês), linhas de marionete, e o angulo nasal - indicado como coadjuvante ao pós-tratamento ortodôntico ou reabilitador com próteses.

Lílian Guimarães
Comunicação Uniodonto
Jornalista e RP
Especialista em Comunicação
Santa Mídia Comunicação
(96)98124-9681

Segunda, 10 Abril 2017 11:26

Flúor e seus benefícios

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Os cooperados da Uniodonto Amapá esclarecem assuntos variados do nosso cotidiano para mantermos uma boa saúde bucal. A Odontopediatra e Ortodontista, Dra. Érika Barbosa, destaca os benefícios do flúor e a forma correta de aplicação.  
 
O flúor é um mineral encontrado na natureza. Porém, para que seja útil e eficaz na prevenção e tratamento das lesões da doença cárie, ele precisa ser transformado em laboratório para a forma de fluoreto (íon). O fluoreto poderá ser adicionado a uma série de produtos, sendo os mais frequentes em pastas de dentes, soluções para bochechos e compostos de uso tópico profissional (verniz, gel ou mousse).
 
Sua atuação no processo de cárie consiste em dois efeitos:
 
1 - PREVENTIVO - Se ele estiver diariamente presente na saliva, previne o dente da Desmineralização (perda de minerais pelo dente), que é causada por ácidos produzidos após ingestão de açúcares;
 
2-  TERAPÊUTICO - Se os dentes já têm desmineralização (perda), o fluoreto atua nessas áreas desmineralizadas, reforçando o esmalte em um processo denominado remineralização (ganho).
 
Dra. Érika que é Odontopediatra, esclarece  que desde 2008, a pasta de dente com flúor é indicada já a partir do primeiro dente do bebê, mesmo sabendo que ele irá engolir. 
 
"O fluoreto é como qualquer outro medicamento, e deve ser utilizado na concentração exata e na prescrição correta (frequência e quantidade na escova) orientada por um odontopediatra atualizado. Utilizado assim, não terá problema algum", explicou a dentista.
 
A Odontopediatra complementa dizendo que o protocolo é baseado em evidências científicas, recomendado pelas entidades que regem a saúde bucal e geral no mundo inteiro. Não deve ser uma conduta pessoal.
 
"A escolha do creme dental deve ser baseada somente na indicação do Odontopediatra e não  meramente em personagens, formas ou cores que atraem a criança. É preciso estar atento ao produto", alertou.
 
É importante ressaltar, que os pais devem levar os filhos ao dentista, a partir, dos seis meses de vida, com retorno semestralmente. A escovação dos dentes deve ocorrer sempre após as refeições, não esquecendo de utilizar o fio dental.
 
Lílian Guimarães 
Comunicação Uniodonto 
Jornalista e RP 
Especialista em Comunicação 
Santa Mídia Comunicação 

Popularmente conhecido como tratamento de canal, a endodontia gera muitas dúvidas nos pacientes. Entre elas: se o tratamento dói, se o dente fica enfraquecido ou se ocorre mudança da coloração do dente. A cooperada da Uniodonto Amapá, Dra. Wilma Souza, esclarece algumas dessas dúvidas.

O que é o tratamento de canal?

A Endodontista explica que é o tratamento da polpa, que é uma estrutura situada na parte interna do dente e raiz. Nessa região está localizado o nervo e vasos sanguíneos do dente, responsáveis por sua vitalidade. O tratamento de canal ou tratamento endodôntico consiste na remoção da polpa dental, que é um tecido com vasos sanguíneos e nervos localizados na parte mais interna do dente. Esta pode estar sadia ou infectada e, ao ser removida, é substituída por um material obturador.

Quando o tratamento de canal é indicado?

A cooperada da Uniodonto Amapá, pontua que de modo geral, o tratamento é indicado em duas situações: Primeiro, quando a polpa vital (viva) se apresenta inflamada, com dor espontânea em decorrência da exposição da dentina por cárie profunda, trauma, fratura coronária (coroa do dente), retração gengival, etc; Segundo, quando a polpa perde a vitalidade (polpa necrosada) e compromete a estrutura que envolve a raiz, provocando inflamação da membrana periodontal e do osso de modo assintomático.

Quais os sintomas mais característicos?

Para a endodontista os sintomas estão ligados aos quadros agudos, com dor espontânea isto é, o dente começa a doer sem estímulo de forma latejante, e que aumenta com o calor. Em fases mais adiantadas da inflamação, a dor pode irradiar-se para regiões mais afastadas, sendo difícil distinguir qual o dente afetado. Neste caso, a polpa ainda está viva, porém inflamada, e o uso de analgésicos não resolve. Já quando há morte da polpa, geralmente a dor é bem localizada, havendo sensação de “dente crescido” e dor ao mastigar, porém em alguns quadros crônicos os sintomas são ausentes ou mal caracterizados, sendo que a descoberta de um dente lesionado é resultado de exames periódicos de rotina ao dentista.

O tratamento de canal enfraquece o dente?

A Dra. Wilma explica que em muitos casos, quando o dente requer o tratamento de canal, ele já está muito enfraquecido devido o comprometimento em virtude da cárie. Por isso é necessário escolher profissionais capacitados para que definam os melhores materiais a fim de restaurar e proteger a estrutura do dente.

É comum sentir dor após o tratamento de canal?

A Endodontista alerta que não! É normal que o paciente sinta a região onde foi realizado o tratamento e o local da aplicação da anestesia mais sensível, mas não em virtude do tratamento de canal.

O dente morre depois do tratamento de canal?

Dra. Wilma esclarece que o dente continua vivo, pois ainda possui todos os tecidos periodontais que o nutrem e fixam na boca. Apenas parte da sensibilidade dental é afetada.

O dente escurece após o tratamento de canal?

A profissional compartilha que é uma dúvida muito frequente, e explica que o dente escurece devido a hemorragia interna, que pode ocorrer em decorrência de um trauma, ou se o cimento utilizado na obturação for um cimento de coloração escura. Por isso é importante utilizar cimentos brancos que não promovem escurecimento da coroa e raiz dentais.

O que acontece se o tratamento de canal não for feito?

Dra. Wilma enfatiza que se o paciente não realizar o tratamento de canal quando necessário, poderá ocorrer o surgimento de fortes dores, infecção no tecido ósseo rente ao ápice da raiz levando à um abscesso dento-alveolar agudo, com muito inchaço e altíssimo risco das bactérias migrarem para a corrente sanguínea.

Pequenas e micro-infecções crônicas no ápice das raízes também podem provocar vários tipos de doenças sistêmicas como a endocardite bacteriana, acidentes vásculo-cerebrais (derrames), nascimento prematuro de bebês e abscessos pulmonares.

Dra. Wilma destaca que é importante que o paciente procure um profissional especializado para tirar qualquer tipo de dúvida e garantir o sucesso do tratamento.


Lílian Guimarães
Comunicação Uniodonto
Jornalista e RP
Especialista em Comunicação
Santa Mídia Comunicação
(96)98124-9681

A Uniodonto Amapá conta com inúmeros profissionais capacitados para atender em todas as especialidades odontológicas. A Dra. Carolina Ferreira, especialista e mestranda em Endodontia, é uma das cooperadas Uniodonto. Ela explica que a endodontia do século XXI está mais rápida, moderna, eficaz e fácil. Um procedimento que há 40 anos atrás levava 3 ou 4 sessões, provocando o esgotamento físico e psíquico dos profissionais e pacientes, hoje é feita em apenas uma única sessão com duração média de 1h30.

“Com a tecnologia, a endodontia ganha motores e limas específicas que fazem todo o trabalho pesado pelo endodontista, não precisamos hoje em dia exigir muito dos nossos dedos e tendões, fazendo os movimentos de limagem, principalmente quando nos deparamos com dentes de 4 ou 5 condutos”, relata a Especialista.

A cooperada compartilha que era muito comum no passado levar profissionais ainda no início da profissão a sofrer com problemas posturais causados pelas más posições e tendinites por esforços repetitivos (L.E.R).

“Com a endodontia moderna temos recursos que nos proporcionam melhores condições de trabalho, logo, nos trazem melhores resultados nos tratamentos e maior longevidade na profissão”, comemora.

A inclusão da magnificação, ou seja, o uso de microscópios ou lupas óticas que proporciona uma excelente visualização do campo operatório pode-se ver com mais clareza condutos escondidos, diferenciando calcificação pulpar de assoalho pulpar, e evitando perfurações ou desgastes desnecessários.

As diversas marcas de motores endodônticos juntamente com as limas que hoje em dia possuem um certo grau de flexibilidade, ajuda a vencer dentes com raízes curvas, o que para anos atrás era um infeliz desafio para os endodontistas, haja visto que suas limas eram mais rígidas, incapazes de acompanhar as curvaturas dos dentes, ocasionando os desvios dos canais e perfurações das raízes, o que a curto prazo levava a perda do elemento.

Outro recurso inovador são os localizadores apicais, que vieram para substituir as radiografias de odontometria, ou seja, as radiografias que mediam o tamanho dos dentes (condutos).

“Este recurso para os tempos atuais nos trouxe três benefícios: ganho de tempo; mais fidelidade da medida deste conduto e diminuição tanto do profissional quanto do paciente na exposição à radiação”, finalizou Dra. Carolina.

A endodontia moderna é sinônimo de simplicidade quando comparada aos métodos antigos.

Lílian Guimarães
Comunicação Uniodonto
Jornalista e RP
Especialista em Comunicação
Santa Mídia Comunicação e Marketing
(96)98124-9681

A relação de atenção e confiança estabelecida entre um profissional e o paciente é fundamental para garantir o sucesso do tratamento. E quando falamos de pacientes portadores de algum tipo de necessidade especial, essa dedicação deve ser ainda maior.

Neste dia 21 de março é comemorado o Dia Internacional da Síndrome de Down, e no que se refere ao atendimento odontológico, a atenção aos pacientes especiais tem sido priorizada, alcançando muitos avanços.

Rafael Pereira, de16 anos, tem Síndrome de Down, e desde os 4 anos é paciente da Dra. Vilmar Lima. A relação de respeito e confiança estabelecida entre os dois é muito forte.
O consultório da dentista aparenta ser a extensão da casa de Rafael. Totalmente à vontade, ele segue as coordenadas da profissional, e deixa que ela execute com tranquilidade o atendimento. O sorriso do pai, no fundo da imagem, demonstra a tranquilidade e satisfação da excelência do atendimento ofertado ao filho.

“Faço o acompanhamento periódico dele. Os pais tem total confiança, e ele principalmente. A criança portadora de Síndrome de Down, assim como qualquer criança, deve ser levada ao dentista ainda no primeiro ano de idade, antes mesmo do nascimento dos primeiros dentes”, explica a dentista.

Dra. Vilmar é especialista em Odontopediatria, Ortodontia e Ortopedia Facial, ela conta que ao tratar de um paciente portador da Síndrome de Down, o cirurgião-dentista deve estar atento, primeiramente, às limitações desse paciente. Depois, é preciso conhecer os diferenciais que esses pacientes apresentam, principalmente quando se trata dos aspectos craniofaciais e bucais.

“Devemos ficar atento a algumas alterações de ordem geral, dental e craniofacial presentes nesses pacientes, podemos citar o atraso na erupção dos dentes, a baixa incidência de cáries e a alta suscetibilidade a doenças periodontais”, explicou a profissional.

O atendimento a portadores de Síndrome de Down deve ser feito levando-se em consideração todos os diferenciais desses pacientes. Se o paciente frequentar o consultório dentário desde a infância, o tratamento torna-se mais simples, como é o caso do Rafael.

Estudos comprovam que um paciente especial que começa a frequentar o dentista ainda no primeiro ano de vida pode ser tratado normalmente e reage bem ao tratamento. Eles costumam ser amorosos e fáceis de lidar, possibilitando um tratamento odontológico tranquilo.

É importante que a família procure um profissional capacitado para o atendimento aos pacientes portadores de síndromes e outras necessidades, todo o sucesso do tratamento depende de uma boa interação paciente e profissional.

Lílian Guimarães
Comunicação Uniodonto
Jornalista e RP
Especialista em Comunicação
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A milenar sabedoria popular ensina que “sorrir é o melhor dos remédios”. De fato, já foi comprovado, cientificamente, que o sorriso faz bem, pois transparece alegria e mostra estética, além de outros bons aspectos. Contudo, em um sorriso pode haver mais que beleza e alegria: é nele que pode estar o segredo de um campeão.

No mundo esportivo, escancarar a boca e mostrar os dentes é a reação que mais acompanha a vitória. Mas, o que muitos profissionais do esporte não sabem é que o sorriso precisa ser preparado antes da conquista, que ele é fundamental para que a vitória aconteça.

A odontologia ensina que um sorriso saudável é responsável direto por muitos triunfos no esporte, já que até mesmo uma simples inflamação na gengiva pode atrapalhar o desempenho de um atleta.

Cooperada da Uniodonto Amapá, Dra. Vilmar Lima é Especialista em ortopedia facial, ortodontia e odontopediatria, ela explica que os cuidados com a saúde bucal podem interferir na performance até mesmo dos esportistas de alto rendimento.

Ela avisa que sem os cuidados básicos os problemas podem se tornar mais complexos do que se imagina. Uma infecção bucal, por exemplo, caso bastante comum, pode se tornar perigosa se uma bactéria adentrar na corrente sanguínea e alcançar os músculos ou o coração.

“Até uma cárie esquecida pode tomar proporções maiores, sem tratamento. Isto com certeza pode interferir no treinamento e, para um atleta profissional, isso pode significar muito tempo de trabalho jogado fora”, alerta a especialista.

Ela exemplifica com o caso dos nadadores. É comum que este tipo de competidor apresente a dentição suscetível a doenças bucais, como cáries ou oclusão dentária (problemas de posicionamento), devido ao contato frequente da boca com as substâncias contidas nas águas das piscinas.

A Dra Vilmar lembra que mesmo os atletas de ponta, como os competidores olímpicos, acabam relaxando com a saúde bucal. Ela cita que o Journal of Sports Medicine – jornal britânico especializado em medicina esportiva – realizou um estudo sobre a saúde bucal dos atletas que participaram das Olimpíadas de Londres, em 2012.

A pesquisa mostrou que quase a metade, 46,5%, não fez tratamento dentário no ano que antecedeu o evento. Além disso, 55% deles tinham cárie, 45% erosão dentária. No resultado final, 28% afirmaram ter sentido impacto na qualidade de vida e 18% que a falta de cuidados com a própria boca influi no treinamento e na performance.

Vilmar enfatiza que, a exemplo dos desportistas, a maioria da população não leva a sério a saúde bucal. “Muitas pessoas, inclusive os atletas, só lembram do dentista quando sentem dor ou ocorre outro problema mais grave”, lamenta a odontóloga.

Segundo ela, a frequência ideal para um desportista profissional consultar o odontólogo é a cada quatro meses – dois meses a menos que a recomendação para a população, que é de seis meses.

Vilmar Lima garante que, até mesmo para atletas, medidas simples, como a escovação mais frequente dos dentes, já garantem uma boca mais saldável. “Além disso, cuidar do próprio sorriso pode ajudar a encurtar o caminho para as grandes vitórias”.

Assessoria de Comunicação Uniodonto Amapá
Santa Mídia Comunicação e Marketing

A Dra Daiz Nunes foi a odontóloga escolhida, no Amapá, para levar a Tocha Olímpica na sua passagem pelo Estado, no dia 16 de junho.
A escolha da Dra Daiz Nunes é reflexo do trabalho desenvolvido por ela no projeto Dentistas do Bem. No Amapá, ela e outros 68 odontólogos voluntários participam deste projeto social que há dez anos é executado no Estado.
O “Dentistas do Bem” identifica adolescentes de baixa renda, que necessitam de tratamento odontológico e lhes proporciona qualidade de vida por meio do acesso à saúde bucal. “Um adolescente que não tem possibilidade de ir ao dentista e de cuidar da boca, será um adulto infeliz. Isto porque quem sente dor não estuda, não brinca, não consegue um bom emprego, não beija na boca e se afasta dos amigos. O acesso à saúde bucal de qualidade faz com que esses jovens sejam incluídos novamente na sociedade”, afirma Dra Daiz Nunes.
Ela destacou a parceria que sempre teve da Uniodonto Amapá na execução do projeto social. “Sempre encontramos na Uniodonto Amapá o apoio necessário. A escolha para levar a tocha olímpica também passa pela parceria que nosso trabalho possui”, comentou.
A Dra Daiz percorreu 200 metros com a tocha, utilizando uniforme padrão enviado pela coordenação do evento. “Foi um momento único para a odontologia amapaense”, concluiu.

Rua. Dr Marcelo Cândia, 925 - Santa Rita - Macapá/AP | Telefone: (96) 3222-3237, 3222-3247 e 3222-0125 | OUVIDORIA (96) 3118 5335.

Funcionamento de segunda-feira a quinta-feira 08:00-18:00, sexta-feira de 08:00 as 17:00.

 

História

A cooperativa odontológica Uniodonto Amapá foi fundada no dia 23 de setembro de 1997, durante assembleia realizada no auditório do CRO (Conselho Regional de Odontologia), em Macapá. No encontro, os presentes discutiram a aprovação do Estatuto, eleição da diretoria e pedidos de filiação à Federação das Uniodontos das Regiões Norte-Nordeste do Brasil.

Visão

Ser a melhor Rede Odontológica do Estado do Amapá, a partir, da aliança entre conhecimento, tecnologia e humanização.

Valores

Ética, Transparência, Qualificação Profissional e Valorização do Cirurgião Dentista e Colaboradores.

Missão

Promover a saúde bucal de qualidade com base no cooperativismo.